Aprendizagem Ativa

Fábio José Garcia dos Reis

Nos últimos anos, o tema da aprendizagem ativa tem despertado interesse nos gestores das instituições de educação superior (IES). Ela é vista como a alternativa para solucionar os problemas de aprendizagem dos estudantes. 

A aprendizagem ativa não é uma invenção recente ou um processo em que “a roda foi reinventada” ou que “representa a descoberta de algo extremamente inovador”. Basta reler Paulo Freire, Jean Piaget, John Dewey, Demerval Saviani, Pedro Demo, Marcos Masetto, entre outros, e ela aí se apresenta.

Blended Learning / Ensino Híbrido

Fábio José Garcia dos Reis

O SEMESP vai lançar, em breve, uma pesquisa realizada com professores e gestores sobre blended learning. A iniciativa do SEMESP é bem-vinda, pois, cada vez mais utilizamos o termo em debates, artigos e conversas informais. É preciso que tenhamos clareza sobre o significado do termo, sobre o seu impacto e sobre como implementá-lo em nossas instituições, se for o caso.

Instituto para a Formação de Gestores de Instituições Católicas de Educação Superior (IFGICES)

Fábio José Garcia dos Reis

O IFGICES nasceu de uma parceria entre o UNISAL e o Institute for Administrators in Catholic Higher Education (IAHE) de Boston College. No Brasil, o Instituto conta com o apoio da ANEC. São objetivos do Instituto no Brasil formar leigos e religiosos para o exercício da liderança, no estilo que atenda às expectativas das IES católica e da Igreja e apresentar experiências e propostas que indiquem ações concretas de institucionalização da identidade e da tradição católica.  

Uma solução para inovação acadêmica

Fábio Garcia Reis

Começou a ser implantado no Brasil, no último mês de maio, um projeto educacional inédito, alicerçado na experiência de inovação acadêmica da Universidade de Harvard. O projeto, que terá a duração de três anos (2014-2016), oferece uma oportunidade rara de capacitação de professores para a utilização de metodologias e tecnologias de ensino que favoreçam o aprendizado e contribuam para a preparação dos alunos em relação às necessidades do mercado. Alem de ajudar o país a romper com algumas convenções ultrapassadas sobre o ensino superior, a iniciativa deverá provocar uma mudança na postura de professores e gestores educacionais e intensificar sua cooperação com o setor produtivo.

Razões que tornam o Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) a número 1, no ranking do Times Higher Education

Caltech superou a Universidade de Harvard e MIT, no ranking 2013/2014, segundo a revista Times Higher Education. O editor do Times, Phil Baty fez uma boa análise sobre a competitividade da instituição. O que torna Caltech, uma instituição competitiva?

É notável que a instituição recebe investimentos via fundraising, que há pesquisadores com prêmios Nobel, que há laboratórios bem equipados e que a instituição, em função de seu processo de seleção, recebe ingressantes qualificados, além disso, a instituição tem um caráter internacional.

O que faz uma escola ser incrível?

Fábio José Garcia dos Reis

Recebi recentemente um link de Douglas Rodrigues, com um texto sobre “As 11 escolas mais incríveis do mundo” (http://hypescience.com/escolas-mais-incriveis-do-mundo/). Doouglas é auxiliar da coordenação dos cursos de Pedagogia e Matemática, do UNISAL/Lorena. Sugiro a leitura do texto, para que percebam que há experiências inovadoras que rompem com a escola tradicional.

Douglas é uma das pessoas que sempre me envia links com textos sobre inovação acadêmica. Às vezes ele comenta no e-mail, “Fábio, isso é muito interessante”, “olha que legal”... É bom receber os e-mails dele, pois reforça minha convicção de que há pessoas que acreditam que é possível repensar a educação.

Inovação acadêmica: tensões e consciência de que é preciso provocar a mudança

Fábio José Garcia dos Reis

Leio vários textos sobre inovação acadêmica. Na verdade, estou encantado com a perspectiva das instituições de ensino superior implementarem processos de inovação, especialmente, através da institucionalização das metodologias ativas.

O meu encantamento me induziu, em uma palestra recente, no sul do Brasil, a um erro, em minha abordagem sobre o tema da inovação. Não contextualizei as minhas afirmações, exagerei no peso das tecnologias e dei pouca importância ao ensino convencional.

Como podemos fazer inovações na IES?

Fábio José Garcia dos Reis

O livro “The Innovative University”, de Clayton M. Christesen e Henry J. Eyring é um boa referência de leitura para os gestores de IES interessados em implementarem inovações em suas instituições. Eles tratam de um tema que não é novo no Brasil: reinvenção e inovação na IES. A proposta dos autores é apresentar os caminhos para a mudança de DNA de uma IES. É utilizado como referência a Brigham Young University – Idaho. A universidade foi criada no ano 2000, a partir do Ricks College. O foco do texto será a mudança do DNA, não o case da universidade.

Mudança do DNA institucional e inovação: como uma IES pode ser competitiva no século XXI?

Para entender o texto: o sonho real

É comum ouvirmos a seguinte afirmação - as pessoas que acreditam e procuram fazer inovações e rupturas são, geralmente, alimentadas por sonhos inviáveis. Há uma diferença entre o sonho impossível e o possível. O ambiente do ensino superior, por ser complexo, dinâmico, global e caracterizado pela diversidade indica a riqueza e a dimensão das possibilidades de inovação e ruptura.

Ideias para teclar “reiniciar” e experimentar algo diferente na academia.

Fábio José Garcia dos Reis

Estamos acostumados a assistir a filmes sobre o futuro da vida em sociedade. É comum os filmes mostrarem catástrofes, guerras, falta de água e diversos outros problemas. Há também filmes que apresentam as maravilhas das tecnologias. É muito provável que as tecnologias modifiquem nossos hábitos.

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